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Biografia

Quem é Lau Carrara? | O gosto pela piada | Cd's e Concursos | Notas Adicionais

Antes dos meus cordiais cumprimentos, uma piada para garantir seu valiosíssimo clique e demonstrar a honra de tê-lo em meu sítio. E por falar em honra, conto aquela do ‘Pintor’, que me deu o primeiro prêmio no concurso de piadas do 30º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, em 2003:

- Um homem, casado com uma mulher muito bonita, convidou um amigo pintor para dar uma mão de tinta em sua casa. O amigo aceitou o convite. Só que se propôs a fazer o serviço de graça. Feito o acordo, lá foi o pintor. No dia combinado, o marido chegou do trabalho e encontrou o amigo pelado. Suspeitou que ele tivesse se engraçado com sua mulher.

“Pôxa, meu amigo”, disse o marido, “o que você está fazendo aí pelado? Isso é um desrespeito, não acha não?”

Para escapar da acusação, o pintor foi rápido no gatinho. “Clarão que não”, respondeu. “Eu aceitei o serviço sem cobrar nada e você queria ainda que eu sujasse a minha roupa?”

Aí o marido retrucou: “Mas e esse negócio aí duro, o que significa?”

E o pintor: “Você queria que eu pendurasse a lata onde?”

Quem é Lau Carrara VOLTAR AO TOPO

Não vou falar meu signo, senão você vai morrer de rir. Para ter uma idéia, até ontem mesmo pensava que podia ser só do signo de Peixes. Mas sou também Aires. Antecipo-me para não dar brecha a piadinhas sem graça e garanto que não sou desses carneirinhos que fica pulando cerca em sonho de criança. Tenho mais o que fazer e minha virilidade está registrada em cartório.

Sou casado com Denilce R. Carrara, com quem tenho uma filha – Lethícia R. Carrara -, trabalho como funcionário público e tento desesperadamente terminar o curso de Direito na Faculdade Claretianas de Rio Claro. Fora de brincadeira, um dia eu viro doutor e vou poder contar piadas com a autoridade de um Ministro da Justiça.

Nasci dia 20 de março de 1962, na Avenida Dr. Kok, 132. Fui batizado e descobri o humor no bairro Vila Rezende, aqui de Piracicaba. Para ser sincero, não precisei sair de casa para virar piadista. Seu Benedito Carrara, meu pai, era ‘bão’ no ofício. Contar causos e anedotas era com ele mesmo, que gostava de pegar nos pés dos amigos.

Seu Dito Carrara tinha o consentimento de Catarina M. F. Carrara, minha mãe, que é exigente pra mais de metro. Resultado: fui influenciado ainda no berço pelo prazer de fazer os outros rirem.

Mas quem ajustou meu talento foi o pessoal da Rádio Educadora. Comecei me apresentando no programa de José Moacir Bombo, Som da Terra. Aos domingos, os violeiros João Carreiro e João Tostão, Miranda e Mirandinha, William e Ditinho se reuniam no salão de festas do Sesi, na Vila Industrial, para tocar viola, cantar e contar piadas, sob a batuta de Bombo. E eu era o piadista.

Ali consegui me desinibir e encontrar um estilo. Conforme fui ganhando nome como contador de piadas, os amigos passaram então a me convidar para animar reuniões e festas.

Eu achava que tudo aquilo não passaria de uma brincadeira. Mas a brincadeira ficou séria quando ganhei o primeiro prêmio no 30º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, em 2003, com a piada ‘Pintor’, que você leu acima. No ano seguinte, repeti a dose, com a piada ‘A Minhoquinha’ (clique aqui para ouvir),

O gosto pela Piada VOLTAR AO TOPO

Costumo dizer que minha carreira artística começou aos 14 anos. Porque foi mais ou menos nessa época que eu decidi colecionar piadas. Todas as que eu contava ou alguém contava e eu achava boa, anotava em um papel e guardava.

Percebi então que as piadas engraçadas não perdiam a força nunca. Principalmente aquelas que falavam dos nossos heróis, loucos e bêbados, que perambulam por essa vida de meu Deus.

Passei também a inventar piadas e a dar vida nova àquelas que estavam desgastadas pelo uso excessivo. Para mim, piada boa é aquela que não é muito enfeitada e não ofende. Meu trabalho de formiga foi eficaz. Quando menos esperava, tinha uma lista de piada para contar a vida inteira, sem repetir uma. No repertório, 160 de minha autoria.

A família e amigos gostaram de eu ter me tornado piadista profissional. Tanto é verdade que nos encontros de final de semana, quando nos reunimos em algum lugar, numa chácara, numa fazenda ou numa casinha de sapé, juntamos a ‘Caravana da Alegria’ e vamos à festa onde rola muita viola e piada. É alegria que não acaba mais.

CDs e Concursos VOLTAR AO TOPO

Faturei o primeiro lugar em dois anos consecutivos (2003 e 2004 – ver fotos) no Salão Internacional de Humor de Piracicaba. Em 2004, participei também do Primeiro Concurso de Piadas na Televisão, organizada por Tom Cavalcante, em seu programa, na Rede Record (ver fotos).

Eram oito pessoas participando no mesmo dia e tive o azar de ser o primeiro. Contar piada para uma câmara é muito diferente de contar para ao vivo, pois você olha para as pessoas e se diverte com elas. Na televisão, você não sente emoção alguma. Fui eliminado, mas nem liguei. Sabia que meu público não eram monitores e botões de liga e desliga.

Meu primeiro CD – ‘Quero Ver Você Sorrir’, foi lançado em dezembro de 2003. Produzido pelo Novo Som Studio, Piracicaba, de Celso Melloto, reproduzido em São Paulo – MCK e Sonoples, Zona Franca de Manaus -, vendeu mais de 2.000 cópias. Tem 51 piadas das boas que podem ser adquiridas clicando aqui!.

No final de 2005, lancei ‘Quero Ver Você Sorrir – Volume 2 – Nossa Meu!’, com anedotas, declamações, brincadeiras e músicas. Para adquiri-lo, clique aqui!

 

Notas adicionais VOLTAR AO TOPO

Para efeito de registro, fiz o primário no Sesi (1985) - Instituto Baroneza de Rezende. E o antigo segundo grau, na Escola Industrial, junto com o curso de Eletrotécnica. Sou sócio do Clube Atlético Piracicaba, onde joguei futebol durante toda vida.

Fui revelação em vários times varzeanos, como Danúbio, Lieto, Bandeirantes, Cometa, entre outros. O pessoal gostava que eu ficasse no banco contando piadas. É mole?

Tenho duas irmãs maravilhosas, Marilena e Eliana Carrara e ainda moro na Vila Rezende. Quem quiser passar por lá tomar um cafezinho, é só levar o pó. Sou feliz com os meus carnês da Casas Bahia e com o poodle Poli, da Lê.

Não sou perfeito, mas sei fazer as minhas mágicas. Pertenço à Associação dos Mágicos de Piracicaba (AMP - clique aqui e veja as fotos e reportagens). Só não aprendi até agora como fazer aparecer dinheiro verdadeiro do nada.

Ingressei no mundo do teatro e em breve concluo meu show ‘Quero Ver Você Sorrir’, que será apresentado nos palcos de Piracicaba e região, sob a direção do ilustre produtor artístico Carlos ABC. Para contratar meus shows, clique aqui!

Para encerrar, mais uma piada:

Um rapaz dá sinal ao ônibus, que vem em alta velocidade pela avenida. O motorista só consegue parar a máquina 100 metros à frente. O rapaz sai correndo e chega à porta do motorista atônito:

“Hei, esse ônibus vai pra Campinas?”

“Vai!”

“Então tá. Na semana que vem eu pego esse bichão”.

(Se você quiser ouvir essa piada e muitas outras, clique para adquirir seu cd).

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